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Contra doenças da soja, informação e ciência

Publicado em 09/12/2019 11:11

A safra brasileira de soja no período 2019/20 deve chegar bem perto de 120,4 milhões de toneladas, segundo estimativa publicada pela Conab em outubro último. Esse volume significa aumento de 4,7% sobre o resultado da temporada passada e representa todos os avanços tecnológicos que mantêm o Brasil na linha de frente da produção agrícola mundial. Da seleção genética ao monitoramento de lavouras por satélite, há um universo de pesquisas científicas e trabalho de campo para garantir o melhor desempenho em cada hectare e proteger as plantas dos inúmeros desafios que as cercam. A exemplo das diversas doenças fúngicas que atacam a soja em seus diversos estágios de desenvolvimento, derrubam a produtividade e a qualidade dos grãos e prejudicam toda a cadeia, começando pelo agricultor.

Os mesmos cuidados que se teve com a escolha de cultivares mais resistentes a esses e outros problemas e o uso de sementes já protegidas contra os fungos devem ser expandidos para além do momento do plantio, abrangendo cada etapa de evolução das lavouras. Seguindo a lógica de que conhecer bem o inimigo é uma boa estratégia de combate, é melhor saber quais são as doenças mais relevantes, suas causas, seus sintomas e pontos fracos e, principalmente, como evitá-las.

Uma das maiores ameaças para as lavouras de soja continua a ser a ferrugem asiática, que é causada pelo fungo Phakopsorapachyrhizi e se espalha com muita facilidade pelo vento. A doença marca as folhas das plantas com pontos escuros que vão crescendo até provocar a desfolha. Em condições favoráveis à sua propagação, pode causar prejuízos de até 70% da produtividade em lavouras não tratadas com fungicidas.

A antracnose, causada pelo fungo Colletotrichumtruncatum, é outro problema sério, pois pode tanto matar plântulas como causar manchas negras nas nervuras de folhas, hastes e vagens. O mofo branco, que tem origem no fungo Sclerotiniasclerotiorum, também deixa manchas, mas nesse casosão mais aquosas e logo evoluem para um micélio branco e denso. É entre a floração e a formação das vagens que as plantas ficam mais suscetíveis à doença, o que coloca em risco a produtividade. Há ainda uma série de outras doenças, chamadas de manchas ou podridões, que impactam diretamente no desenvolvimento das plantas, ou seja, em muitos casos nem chegam à fase de produção propriamente dita.

Café: Mercado avança e opera com altas de até 300 pts em NY

Publicado em 05/12/2019 12:12

O mercado futuro do café registrava altas significativas no início desta quinta-feira (5) na Bolsa de Nova York (ICE Future US). Às 12h09 (horário de Brasília), os principais contratos registravam altas de até 300 pontos. 

Dezembro/19 tinha a maior variação, com alta de 300 pontos e sendo cotado a 123,60 cents/lbp. Março/20 subia 290 pontos, cotado a 124,10 cents/lbp, maio/20 subia 280 pontos, cotado a 126,30 cents/lbp e julho/20 registrava valorizava 265 pontos, cotado a 128,05 cents/lbp. 

Às 12h11 o dólar registrava aumento de 0,39% e era cotado a R$ 4,219 na venda. O dólar mais valorizado tende a encorajar as exportações. O Brasil é o maior produtor e exportador do mundo. 

O mercado do café vem vivendo dias de grandes variações na Bolsa de Nova York, seja para altas expressivas ou quedas significativas. O site internacional Barchart destacou que os preços voltaram a cair nesta terça após uma nova estimativa de queda. 

“A Coex Coffee International disse na quarta-feira que a safra brasileira de café estará mais próxima de 54 a 55 milhões de sacas, abaixo da previsão de 58 milhões de sacas do USDA”, destacou em sua análise diária. Nesta quarta-feira (4), o dólar encerrou a sessão com queda de 0,09% e cotado a R$ 4,202. O dólar desvalorizado tende a desencorajar as exportações. O Brasil é o maior produtor e exportador de café do mundo.

Na última sessão, no Brasil, o mercado interno mais uma vez acompanhou o exterior e registrou algumas variações. 

O tipo 6 duro teve queda de 1,13% em Guaxupé/MG, estabelecendo os preços por R$ 523,80. Araguarí/MG registrou baixa de 0,96%, por R$ 515,00. Em Espírito Santo do Pinhal/SP a alta foi de 4,00% e o preço estabelecido em R$ 520,00. As demais praças produtoras manteram a estabilidade da última sessão.

Por: Virgínia Alves Fonte: Notícias Agrícolas

Café: Cidades do cinturão brasileiro acumulam 4 meses sem chuvas volumosas

Café: Cidades do cinturão brasileiro acumulam 4 meses sem chuvas volumosas; veja a previsão estendida.

O cinturão produtivo de café do Brasil está sendo impactado pelas altas temperaturas e baixos volumes de chuva em pleno desenvolvimento da safra comercial 2020/21. Dados do Sismet, sistema de monitoramento agrometeorológico da Cooxupé (Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé), mostram que cidades produtoras estão há quatro meses sem chuvas volumosas.

“A situação das lavouras está ficando bastante complicada. As temperaturas estão altas e há falta de chuvas, o que faz com algumas lavouras já comecem a murchar. Se não tivermos precipitações até o final da próxima semana a situação fica muito catastrófica”, afirma o engenheiro agrônomo e pesquisador da Fundação Procafé, Alysson Fagundes.

De acordo com os dados disponibilizados pela plataforma de acompanhamento agrometeorológico da Cooxupé, no Sul de Minas Gerais, em Guaxupé (MG), a última chuva acima de 10 mm, considerada volumosa, ocorreu no dia 18 de maio, quase quatro meses atrás. Em Nova Resende (MG), a última chuva expressiva foi em 17 de maio, com 14 mm, há exatos quatro meses.

No Cerrado Mineiro, a situação de chuvas é parecida com a do Sul de Minas. Coromandel (MG) recebeu a última chuva volumosa em 17 de maio, com 39,2 mm. Em Caconde (SP), na divisa com Minas, a última chuva acima de 10 mm foi em 04 de agosto. As temperaturas máximas no período em ambas as cidades ficaram na casa dos 30°C.

Fonte: Notícias Agrícolas

Média diária de exportações brasileiras de milho em setembro é maior

As exportações de milho em grão atingiram a média de 332,5 mil toneladas por dia útil até o final da semana que acabou em 13 de setembro.

O Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços divulgou, por meio da Secretaria de Comércio Exterior, seu relatório semanal que aponta as exportações acumuladas de diversos produtos agrícolas até a segunda semana de setembro.

Segundo o levantamento, as exportações de milho em grão atingiram a média de 332,5 mil toneladas por dia útil até o final da semana que acabou em 13 de setembro. No mesmo período do ano anterior, a média diária foi 176,9 mil toneladas. No total do mês foram exportadas 3.324,7 (mil de toneladas).

Em termos financeiros, as exportações do grão em setembro de 2019 já somam 582,4 milhões de dólares.

Fonte: Notícias Agrícolas

Exportação total de café do Brasil cresce 24,6% em abril, diz Cecafé

País embarcou 2,97 milhões de sacas no mês. No acumulado do ano, foram 13 milhões de sacas vendidas ao exterior.

A exportação total de café do país em abril somou 2,97 milhões de sacas de 60 kg, alta de 24,6% na comparação com mesmo mês do ano passado, com o país tirando proveito de uma safra recorde 2018, informou na sexta-feira (10) o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé).

A exportação de café verde (sem processamento) do Brasil em abril atingiu 2,71 milhões de sacas, alta de 30,3% na comparação anual. O arábica respondeu por 2,52 milhões de sacas, em um momento em que produtores estão começando a colheita da nova temporada, que também promete ser grande.

“A performance das exportações do café brasileiro continua firme, mantendo os bons resultados para abril. O destaque do mês fica para o aumento das exportações para os cinco maiores países importadores, ampliando o market share do Brasil”, disse Nelson Carvalhaes, presidente do Cecafé, em nota.

“Conforme temos acompanhado desde o início do ano, tudo indica que este ano-safra seja histórico, confirmando a eficiência com que o país atende à demanda e exigências de seus consumidores tanto no que se refere à qualidade quanto à sustentabilidade”, continuou.

Fonte: Globo Rural

Dica Terra Nova – Tecnologia de Aplicação

Cuidados: Tecnologia de Aplicação

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Fonte: Terra Nova

Dica Terra Nova- Excesso de Buva

Excesso de Buva remanescente em áreas que ficaram em pousio durante a safra de inverno!

Dica Terra Nova:

Excesso de Buva remanescente em áreas que ficaram em pousio durante a safra de inverno!
Cuidado: Iniciar o manejo das plantas de buva antes da formação de sementes, evitando sérios futuros problemas de matocompetição durante as lavouras de verão.

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Fonte: Terra Nova

Dica Terra Nova- Ferrugem

Excesso de Buva remanescente em áreas que ficaram em pousio durante a safra de inverno!

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Cuidado: Iniciar o manejo das plantas de buva antes da formação de sementes, evitando sérios futuros problemas de matocompetição durante as lavouras de verão.

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Fonte: Terra Nova