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Soja recupera parte das últimas baixas, tem leves ganhos nesta 4ª, mas de olho nas chuvas dos EUA

Os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago trabalham com leves altas na manhã desta quarta-feira (4), com ganhos de 3,75  a 5,75 pontos nos principais vencimentos. O agosto vinha sendo negociado a US$ 13,96 e o novembro a US$ 13,24 por bushel. As cotações subiam e recuperam parte das últimas quedas registradas na sessão anterior. 

O foco central do mercado continua sendo o clima nos Estados Unidos, mas os traders também dividem suas atenções com o comportamento da demanda e da variante delta do coronavírus, que tem se mostrado bastante agressiva na China, provocando uma queda intensa das commodities nesta terça (3). 

Os mapas atualizados pelo NOAA, o serviço oficial de clima dos EUA, mostram que no curto prazo as chuvas esperadas são melhores para os estados mais a oeste do país, em locais que vinham sofrendo com o tempo seco. 

Estados como as Dakotas, Nebraska e Minnesota deverão receber bons volumes entre 4 e 11 de agosto. Além da soja em grão, sobem também os futuros do óleo e do farelo, que também recuaram forte ontem, e as demais commodities agrícolas. Entre os grãos, a exceção se dava para o milho, que tinha leve queda. 

Fonte: https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/soja/

Soja: Trigo sobe forte e puxa cotações da oleaginosa na CBOT

Operando em queda desde o início do dia, o mercado da soja passou a atuar do lado positivo da tabela no início da tarde desta segunda-feira (2) na Bolsa de Chicago. Assim, por volta de 12h40 (horário de Brasília), as cotações subiam levemente, entre 3 e 5,25 pontos, com o agosto de volta aos US$ 14,19 e o novembro – referência para a safra americana – valendo US$ 13,54 por bushel. 

Segundo explicam os analistas de mercado da Agrinvest Commodities, as altas fortes do trigo – de quase 20 pontos entre as posições mais negociadas – davam carona não só para a soja, mas também para o milho na CBOT. 

“A consultoria russa Sovecon disse hoje em seu relatório que cortou sua previsão para a safra de trigo do país para a atual safra em 5,9 milhões de toneladas para 76,4 milhões. Além da questão climática, o corte vem por conta do novo número de área de inverno atualmente de 15,6 milhões de hectares,m contra 16,8 milhões de hectares anteriormente estimados pela consultoria”, afirma a consultoria.

CLIMA NOS EUA

“O clima durante o final de semana foi um pouquinho mais úmido do que as estimativas de sexta-feira e trouxe chuvas para vários estados como a Dakota do Sul, Iowa, Nebraska, Sudoeste de Minnesota, Centro e Sul de Illinois e Sul de Indiana”, relata o diretor do Grupo Labhoro, Ginaldo Sousa.

No entanto, ele lembra que agosto, que é o mês mais importante para a cultura da soja nos EUA, começa sem previsões muito favoráveis para as regiões produtoras do país, o que deve manter a volatilidade ainda bastante presente na CBOT. 

Também por essas condições é que Sousa lembra que no novo boletim semanal de acompanhamento de safras que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz nesta segunda-feira, às 17h (Brasília) pode apontar uma nova correção para baixo no índice de lavouras de soja em boas excelentes condições que teria espaço para alcançar os 2%. 

DEMANDA

Além do clima, o diretor da Labhoro ainda chama a atenção para a questão da demanda e para onde as atenções deverão se voltar neste mês. 

“Comenta-se que a China, depois de um longo período ausente nas compras de soja americana, deve retornar neste mês de agosto para suprir suas necessidades de setembro a dezembro”, diz.

Por: Carla Mendes
Fonte: https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/soja/

Ferrugem asiática pode causar perda na soja no Brasil

Ferrugem asiática pode causar perda de até 120 milhões de toneladas de soja no Brasil

O prejuízo chegaria perto de R$ 113 bilhões apenas para os agricultores e impactaria também no preço de uma série de outros produtos, como derivados de soja e carnes, uma vez que faltaria farelo para alimentar aves, suínos e bovinos. “Esse perigo está associado à falta de controle da ferrugem asiática, doença causada por um fungo, que há décadas gera prejuízos para os produtores rurais”, explica Luciano Zanotto, gerente de soluções e inovação de portfólio da UPL Brasil.

O fungo Phakopsora pachirhizi, que causa a ferrugem, foi registrado pela primeira vez em 1902, no Oriente. A partir dos anos 2000, começou a se disseminar de forma mais severa pelo território americano, atingindo o Brasil. Em nosso país, as perdas causadas podem chegar até a 90% da lavoura sem os cuidados adequados. Considerando que a expectativa é a produção de soja este ano superar 132 milhões de toneladas, as perdas seriam catastróficas.

Em razão do impacto econômico, a ferrugem asiática tem despertado constante atenção do mercado. Afinal, além das perdas produtivas, a doença provoca elevação substancial no custo do manejo. Por ano, mais de 914 milhões de hectares de soja são tratados com defensivos. E a ferrugem é o principal alvo. O dado é do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg).

“Inicialmente, a doença causa ‘pontuações’ de cor escura. Após penetrar no tecido vegetal da planta, o fungo Phakopsora pachyrhizi forma suas estruturas reprodutivas na parte interior da folha. Essas estruturas, em tons de marrom, expelem esporos que, por sua vez, serão disseminados na planta, causando o agravamento do quadro e comprometendo o seu desenvolvimento”, detalha Zanotto.

Depois desse imenso desafio, ressalta o especialista da UPL, as folhas de soja infectadas rapidamente ficam amareladas (ou com tons semelhantes ao da ferrugem: daí o nome da doença). Com a queda prematura dessas folhas, os grãos ficam menores e não se tornam maduros. Em alguns casos, pode haver aborto e queda das vagens em período de formação – essa situação, mais grave, pode causar a perda total da produção.

“A ferrugem asiática exige tratamento especial. Além do vazio sanitário – por períodos de 60 a 90 dias – para evitar sua transmissão, o uso de fungicidas realmente eficazes é recomendado para o manejo inteligente do problema”, destaca o gerente de soluções e inovação de portfólio da UPL, empresa de origem indiana que é uma das quatro maiores do setor de soluções agrícolas no Brasil.

A companhia investe no desenvolvimento de um novo fungicida, com tecnologia inovadora, resultante da combinação de três princípios ativos, para compor o portfólio de soluções da UPL contra o complexo de doenças em soja. Esta inovação chegará ao mercado rapidamente, para ajudar os agricultores a protegerem os seus cultivos na próxima safra. Além da ferrugem, essa nova tecnologia atuará contra mancha-alvo, antracnose, cercospora e oídio.

“Essa nova solução da UPL é realmente inovadora e contribuirá para a proteção e a exploração do máximo rendimento da soja, proporcionando praticidade e flexibilidade de aplicação, com o uso indicado para diferentes momentos do ciclo de cultivo. Outro benefício é o seu efeito verde exclusivo: a tecnologia resulta em plantas mais verdes e mais saudáveis, aumentando a qualidade da soja”, finaliza Zanotto.


Publicado em: 18/05/2021 às 11:50hs
Fonte: https://www.portaldoagronegocio.com.br/

Milho sobe no físico nesta 3ªfeira

Milho sobe no físico nesta 3ªfeira e tem leves recuos na B3

A terça-feira (09) chega ao final com os preços do milho subindo no mercado físico brasileiro. Em levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas, não foram percebidas desvalorizações em nenhuma das praças.

Já as valorizações apareceram em Cândido Mota/SP (0,63% e preço de R$ 79,50), Palma Sola/SC (1,27% e preço de R$ 80,00), Pato Branco/PR (1,28% e preço de R$ 79,20), Cascavel/PR (1,30% e preço de R$ 78,00), Ubiratã/PR, Londrina/PR e Marechal Cândido Rondon/PR (1,31% e preço de R$ 77,50) e Eldorado/MS (1,37% e preço de R$ 74,00). 

Até a última sexta-feira (05), 73,03% das áreas esperadas para esta segunda safra de milho haviam sido plantadas no Mato Grosso. Na comparação com o ciclo 2019/20, a semeadura está 24,95 pontos porcentuais atrasada.

“Desse modo, foi visto que as chuvas continuaram firmes em boa parte do estado e, segundo informantes, os produtores estão divididos entre não semear as áreas totais planejadas, visto que a janela se encontra aproximadamente 30% em atraso ou a possibilidade de “arriscar” o plantio em razão dos altos patamares de preços praticados pelo cereal”, diz o Imea.

Já no Paraná, 53% das lavouras da safra verão já foram colhidas, enquanto 43% da segunda safra foi semeada até o momento.

Publicado em 09/03/2021 17:05 e atualizado em 09/03/2021 17:39

Fonte: www.noticiasagricolas.com.b

Agricultura familiar

Em ano de pandemia, apoio à comercialização pelo PAA garante R$ 7 mil por agricultor familiar.

Mais de 31 mil agricultores familiares do país receberam apoio para a comercialização de 77,4 mil toneladas de alimentos. Para isso, foram investidos pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) R$ 223,2 milhões em 1.766 projetos do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). O recurso gerou uma renda média de R$ 7 mil por agricultor familiar beneficiado, contribuindo para a economia de 868 municípios brasileiros.

Direcionado a propostas aprovadas na modalidade Compra com Doação Simultânea (CDS), o orçamento destinado, em 2020, pelo Ministério da Cidadania foi uma das medidas adotadas pelo governo federal em face da crise econômica e social gerada pelas ações de enfrentamento à pandemia de COVID-19.

Entre os produtores atendidos pelo programa, aproximadamente 74% são mulheres. Com isso, cerca de 23 mil agricultoras familiares são responsáveis pelo fornecimento dos produtos doados pelo PAA. Outro público de destaque no programa são os Povos de Comunidades Tradicionais (PCTs), indígenas e quilombolas. Juntos, eles representam 15% dos agricultores contemplados no PAA. 

O estado que recebeu o maior aporte foi a Bahia, com 15,45 milhões destinados para a agricultura familiar, seguido de São Paulo e Minas Gerais, com um com R$ 15,39 milhões e R$ 15,32 milhões respectivamente. Já com relação aos alimentos entregues nas unidades recebedoras, dentre os 284 tipos de produtos adquiridos pela Conab destacaram-se a banana, com R$ 20 milhões (9%) e 11,5 mil toneladas comercializadas, e a mandioca, que contou com apoio de R$ 18,2 milhões (8%) e possibilitando a entrega de 9,1 mil toneladas.

Emendas – Além dos recursos do Ministério da Cidadania, a Conab contou com verbas de emendas parlamentares. O aporte chegou a R$ 7,88 milhões. O maior volume destinado por meio dessas emendas foi para o Distrito Federal, com R$ 1,3 milhão. Amazonas e Tocantins também receberam cerca de R$ 1 milhão cada, de verba parlamentar voltada para o fortalecimento da agricultura familiar por meio do PAA.

A Compra com Doação Simultânea (CDS) tem como finalidade o apoio aos agricultores familiares, por meio de cooperativas e associações, a partir da compra de sua produção. Os alimentos adquiridos são destinados ao abastecimento da rede socioassistencial e também de Equipamentos Públicos de Segurança Alimentar e Nutricional, como restaurantes populares e cozinhas comunitárias. 

Fonte: https://www.conab.gov.br/
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Publicado: Terça, 19 de Janeiro de 2021, 12h14

Fundos têm posições compradas recordes na soja, derivados e grãos e fortalecem alta dos preços

Os fundos de investimento vem carregando uma posição recorde comprada em commodities agrícolas e intensificam ainda mais o momento de preços altos que vem sendo registrado nos últimos meses. Entre soja, milho, trigo, farelo e óleo são quase 800 mil contratos, superando o recorde de 2012 de 780 mil. Entre 28 de dezembro e 4 de janeiro, foram adicionados 103,777 mil contratos, com os fundos sendo motivados, essencialmente, pela força dos fundamentos que estimulam o avanço das cotações. A relação apertada entre a oferta e a demanda globais é clara, já cria ambiente para uma inflação entre os alimentos no mundo todo e favorece ainda mais este comportamentos dos fundos. 

“Este é, agora, o principal componente especulativo do mercado de commodities agrícolas”, diz Camilo Motter, economista e analista de mercado da Granoeste Corretora de Cereais. “Há uma percepção do lado fundamental, que é concreta. Mas também existe uma redução de juros ao redor do mundo e uma busca por ativos. As bolsas se recompuseram de uma forma geral no mercado acionário e também no mercado de commodities”, completa. 

Dessa forma, o que se espera é um monitoramento ainda mais intenso destes fundos, já que com uma posição tão forte esta, suas movimentações poderiam provocar reações bastante intensa dos preços, tanto para dar continuidade às altas, como para provocar alguma pressão, mesmo que pontual. 

“Os fundos podem causar grandes oscilações. Eles poderiam parar de comprar, começar a vender, derrubar o mercado e derrubar rápido. Mas o contrário também pode acontecer. Há um volume de capital que ainda pode ser investido antes dessa mudança de posição”, explica Aaron Edwards, consultor de mercado da Roach Ag Marketing. 

“Por trás dessas posições recordes compradas há muitas questões fundamentais, entre elas as questões produtivas, escoamento, estoques menores, e os fundos apostando no fim de um ciclo de baixa das commodities. Vimos nos últimos quatro, cinco anos, as commodities caindo e o mercado está agora apostando no fim disso”, analisa Luiz Fernando Gutierrez, analista de mercado da Safras & Mercado. 

Gutierrez também acredita que essa condição, portanto, abre mais espaço para correções técnicas do mercado, com movimentos de realizações de lucros, ao lado de correções fundamentais. “Mas não acredito que isso possa mudar o viés positivo, o que pode são os fundamentos. E os fundamentos são muito fortes, sejam por questões de oferta ou por questões de demanda. Vamos acompanhar esse novo ano, podemos estar entrando em um novo ciclo de alta para as commodities em geral”, explica. 

Ainda como relata Aaron Edwards, entre os fundamentos boa parte da força vem da demanda, que não se limita somente aos compradores que buscam o alimento em si. “Há a demanda real pelos alimentos, há os fundos comprando com a tendência de alta e em meio a um cenário de inflação e há até mesmo o produtor americano comprando para aproveitar as altas (já tendo vendido no físico) e para intensificar os ganhos, e nesse caso é a gestão de risco também sendo considerada”. 

Ao mesmo tempo, lembra também que não há agora grande pressão de venda neste mercado, o que também é combustível para a escalada dos futuros. “Argentina está sem vender, Brasil também e Estados Unidos já venderam bem. Temos, portanto, demanda forte, estoques apertados e pouca pressão de vendas. Só que as altas estão mais fortes por conta desse comportamento dos fundos”, diz o consultor. 

Por: Carla Mendes | Instagram @jornalistadasoja

Fonte: Notícias Agrícolas

Café: Mercado andando de lado em Londres e Nova York após iniciar o ano com baixas

O mercado futuro do café arábica abriu o pregão na Bolsa de Nova York (ICE Future US) com estabilidade para os principais contratos nesta terça-feira (5). Na Bolsa de Londres, para o café tipo conilon, o cenário é o mesmo após o último pregão ter encerrado com baixas para o café. 

Por volta das 09h03 (horário de Brasília), o café arábica registrava alta de 15 pontos no contrato com vencimento em março/21 e era negociado por 126,30 cents/lbp, maio/21 tinha alta de 10 pontos, valendo 128,20 cents/lbp, julho/21 registrava valorização de 30 pontos, negociado por 130,10 cents/lbp e setembro/21 tinha alta de 10 pontos, valendo 131,35 cents/lbp. 

Na Bolsa de Londres, o contrato com vencimento em março/21 tinha alta de US$ 1374, maio/21 subia US$ 3 por tonelada, negociado por US$ 1385, julho/21 operava com valorização de US$ 3 por tonelada, valendo US$ 1398 e setembro/21 registrava queda de US$ 14 por tonelada, valendo US$ 1410.

Os preços do café iniciaram 2021 pressionado pela pandemia do Coronavírus.  número de novas infecções por Covid nos Estados Unidos no sábado registrou um recorde de 299.087. Há uma preocupação de que a expansão dos bloqueios em todo o mundo feche restaurantes e cafeterias e diminua a demanda por café”, destacou a publicação do site internacional Barchart em sua última análise. 

Operadores também seguem acompanhando as condições do tempo no Brasil. As previsões mais recentes do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) seguem indicando chance de chuvas nas principais áreas produtoras de café do país. 

Mercado Interno – Última sessão

O tipo 6 bebida dura bica corrida teve alta de 0,77% em Guaxupé/MG, valendo R$ 653,00. Poços de Caldas/MG teve valorização de 4,10%, valendo R$ 635,00, Araguarí/MG teve alta de 1,61%, valendo R$ 630,00 e Franca/SP registrou alta de 0,78%, negociado por R$ 650,00.

O café tipo cereja descascado teve variações mistas nesta segunda. Guaxupé/MG teve alta de 8,59%, estabelecendo os preços por R$ 695,00. Poços de Caldas/MG teve baixa de 0,71%, valendo R$ 695,00 e Varginha/MG registrou queda de 2,86%, valendo R$ 680,00. Patrocínio/MG manteve a estabilidade por R$ 670,00.

Fonte: Notícias Agrícolas
Publicado em 05/01/2021 09:08

Área com seguro rural no Brasil tem recorde de 13,7 mi hectares e quase dobra em 2020.

A área agrícola com seguro contratado no Brasil alcançou um recorde de 13,7 milhões de hectares em 2020, praticamente dobrando em relação ao ano anterior, informou o Ministério da Agricultura no dia 7 de dezembro.

A cifra – cujo crescimento em comparação anual atinge 98% – representa cerca de 20% da área agrícola total do país, apontou a pasta, que se disse surpresa com o crescimento das contratações nas atividades de pecuária, café e cana-de-açúcar.

As operações de pecuária avançaram 400% no ano a ano, enquanto o café registrou alta de 217% e a cana, de 42%.

Já as culturas com maior demanda por seguro rural no período foram soja, milho “safrinha”, trigo e milho verão, segundo o governo.

“No caso dos grãos, o crescimento observado já era esperado, mas para essas demais atividades o resultado nos surpreendeu de maneira muito positiva”, disse em nota o diretor do Departamento de Gestão de Riscos do ministério, Pedro Loyola, que viu uma “evolução importante” nas regiões Norte e Nordeste.

Em agosto, a Reuters noticiou que a área de soja coberta por seguro agrícola no Brasil poderia mais que dobrar na temporada 2020/21, diante dos preços rentáveis e das fortes vendas antecipadas da safra.

Neste ano, o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) aplicou 880 milhões de reais, o dobro do valor de 2019, disse a pasta, acrescentando que foram beneficiados cerca de 105 mil produtores rurais (193 mil apólices), com importância segurada de 45,7 bilhões de reais – o maior valor desde o início do programa, em 2005.

“O seguro rural está se tornando um dos pilares da política agrícola no país… O desafio agora é dar previsibilidade ao seguro rural e ampliar essa cobertura para mais regiões e atividades agropecuárias”, afirmou, em nota, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina.

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Comunicado Terra Nova

Comunicamos que, em virtude do Decreto Estadual de São Paulo Nº 65.254, de 15 de outubro de 2020 que prevê uma perda parcial da isenção do ICMS das empresas sediadas no referido estado, ocasionará reflexos em nosso trabalho.

Dessa forma, como a maioria dos nossos fornecedores são do estado de São Paulo, esta perda será calculada em torno de 4,14% no faturamento do fornecedor para a Terra Nova, assim sendo todos produtos que serão faturados para os clientes, novos pedidos e pedidos encarteirados, sofrerão este acréscimo.

Data base para alteração: 01 de janeiro de 2021.

Nos colocamos a disposição para qualquer dúvida.

Capina e manejo do Milho

As plantas daninhas podem interferir na produção do milho principalmente devido à competição por água e nutrientes minerais, além de luz e dos possíveis efeitos alelopáticos (capacidade de as plantas, superiores ou inferiores, produzirem substâncias químicas que, liberadas no ambiente de outras, influenciam de forma favorável ou desfavorável o seu desenvolvimento), e podendo também hospedar pragas e organismos causadores de doenças.

Na cultura do milho, espécies como papuã, picão preto, leiteira e corriola têm causado sérios problemas por dificultarem e reduzirem o rendimento da colheita mecanizada, além de reduzirem a qualidade do produto colhido.

Os prejuízos causados pelas plantas daninhas não devem ser atribuídos somente à competição exercida por estas sobre as plantas da cultura mas sim a um conjunto de fatores. Esses fatores podem representar efeitos diretos (competição, alelopatia e interferência na colheita) ou indiretos (hospedagem e transmissão de doenças e pragas).

O nível de competição está relacionado com diversos fatores, tais como as espécies em competição e as suas densidades populacionais. Esses fatores podem também sofrer modificações em função dos fatores de ambiente, tais como a disponibilidade de água no solo, a adubação e correção da acidez do solo, além das variações climáticas durante o ciclo das espécies em confronto. O período de competição entre a cultura e as plantas daninhas presentes no local, assume grande importância para o estabelecimento de um programa de manejo adequado, de modo a minimizar os possíveis efeitos indesejáveis antes que tal situação ocorra de maneira irreversível das plantas daninhas na cultura do milho.

A quantidade de infestação assume também relativa importância tendo em vista a variação na densidade de plantas daninhas observada em algumas áreas cultivadas. Têm sido observados níveis populacionais médios que chegam a atingir 400 plantas/m², além da própria diversidade da sua composição florística. Além disso, as gramíneas são geralmente mais competitivas. Áreas com elevadas infestações de papuã, irão apresentar elevadas perdas na produção de grãos.

O uso de herbicidas constitui uma opção para o manejo da comunidade infestante presente no local, tendo como principais vantagens o controle efetivo das plantas daninhas inclusive na linha de plantio, aliado à rapidez da operação e sem causar injúrias ao sistema radicular do milho (porta de entrada de doenças). Existem várias opções para o controle químico de plantas daninhas nessa cultura, com herbicidas passíveis de aplicação em pré e em pós-emergência.

As recomendações podem ser aplicados de maneira a economizar tempo e mão-de-obra. Enquanto a capina manual de um hectare requer cerca de 10 homens por dia, a aplicação de um herbicida, dependendo do equipamento empregado, pode levar menos de 15 minutos por hectare, no entanto, causa impacto ao meio ambiente e aos custos de produção dessas culturas, uma vez que são insumos caros e, muitas vezes, não recomendados para determinadas propriedades, especialmente aqueles baseadas no trabalho familiar. Dessa forma, a busca por métodos alternativos deve ser um objetivo de pesquisa.

O profissional técnico é fundamental em todos os processos de sua lavoura, solicite o auxílio e colha bons frutos!

Informações colhidas na matéria: https://www.grupocultivar.com.br/artigos/milho-limpo da revista Cultivar.