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Soja: para Abiove, além da produção recorde, país terá maior consumo da história

A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) acredita que a produção de soja do país possa chegar a 123,7 milhões de toneladas na temporada atual, 2019/2020. O número faz parte do levantamento atual da entidade, lançado nesta sexta-feira, 14.

O processamento de soja em grão deve atingir 44,5 milhões de toneladas em 2020, volume recorde para a indústria brasileira. A produção de óleo de soja foi atualizada para 8,9 milhões de toneladas em função do crescimento do consumo interno, principalmente pela crescente demanda por biodiesel.

“Diante da expectativa de amenização da guerra comercial entre Estados Unidos e China, o cenário para exportação prevê uma queda de 2% ao volume anteriormente previsto, representando uma projeção de 73,5 milhões de toneladas.”

Já a produção de farelo de soja deve chegar a 33,9 milhões de toneladas, de acordo com os rendimentos médios do setor. A projeção para o consumo interno de farelo em 2020 manteve-se inalterada e, devido à expectativa de crescimento do mercado de rações, representa um aumento de 2,4% em relação a 2019. As exportações do produto foram revisadas para 16,2 milhões de toneladas, 6% acima da última projeção.

Com relação a 2019, o processamento de soja foi expressivamente elevado para 43,4 milhões de toneladas, volume muito próximo ao recorde histórico atingido em 2018, devido ao bom ritmo da indústria no último trimestre do ano. As exportações de soja em grão, agora estimadas em 74,1 milhões de toneladas, fundamentam-se na apuração feita pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

Fonte: https://www.canalrural.com.br/
Foto: A/Zagga Comunicação

Confraternização Equipe Terra Nova 2020

No dia 21 de dezembro de 2019, foi realizado na Fazenda Terra Nova o encontro de toda equipe Terra Nova. Em um momento de descontração os colaboradores receberam premiações, compartilharam momentos de boa música e apreciaram um cardápio especial.
A Terra Nova encerra 2019 com muito sucesso e crescimento junto a toda sua equipe e mais, está preparada para os novos desafios de 2020.

Certificado ISO 9001

A Terra Nova possui o Certificado ISO 9001.

International Organization for Standards (ISO) 9001 é um padrão de sistemas de gerenciamento de qualidade que visa melhorar a eficiência dos negócios, garantindo que os clientes recebam produtos ou serviços de acordo com um padrão consistente. É genérico e por isso pode ser aplicado a qualquer organização, de qualquer tamanho ou tipo. Introduzida pela primeira vez em 1987, a ISO 9001, como todos os padrões ISO, está sujeita a revisões regulares para refletir as mudanças na tecnologia e no comércio global. As revisões levaram três anos para serem realizadas e contam com a contribuição de centenas de especialistas de todo o mundo. Assim, a norma atual ISO 9001: 2015 substitui a publicada em 2008.

PIB do agronegócio cresce mais que conjunto da economia em 2019 e 2020

Previsão do Ipea é de que o setor agropecuário cresça 1,4% neste ano

Publicado em 19/11/2019 – 21:10

Por Gilberto Costa – Repórter da Agência Brasil  Brasília

O incremento do Produto Interno Bruto (PIB) do setor agropecuário neste ano e no próximo foi revisto para cima pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). A previsão anterior era de crescimento de 0,5% em 2019 e a nova projeção marca 1,4%. No caso de 2020, a projeção de crescimento vai de 3,2% a 3,7%, conforme o prognóstico de safra.

Todos os percentuais estão acima do que é esperado para o conjunto da economia. Segundo o Ipea, em 2019 o PIB nacional deverá ter alta de 1%. Em 2020, o crescimento deve ficar em 2,3%. Historicamente, o agronegócio é responsável por um quinto do PIB nacional.

“O PIB do agronegócio vai puxar o crescimento do PIB nacional”, ressaltou o presidente do Ipea Carlos von Doellinger, em seminário sobre o agronegócio, em Brasília. “O setor agropecuário está tendo um comportamento com perspectiva muito favorável. É uma vocação do Brasil, o país sempre teve vantagem comparativa”, assinalou.

Apesar do histórico efeito no crescimento da economia, o impacto da agropecuária no conjunto da atividade econômica não é linear, varia conforme produto e extensão de sua cadeia de produção. “Depende do que está sendo produzido para onde para qual mercado. Não dá para analisar de forma tão simplista. A gente não tem como avaliar o impacto no PIB geral”, pontuou o diretor de Estudos e Políticas Macroeconômicas do Ipea José Ronaldo Souza Júnior, durante o seminário.

“Algumas coisas são exportadas diretamente, não geram outros efeitos em termos de indústria. No caso da carne, ela gera impacto na indústria de alimentos. No caso da soja, ela é pouco processada no Brasil, então ela não gera tanto impacto assim em termos de indústria”, completa o especialista em crescimento econômico.

Conforme o Ipea, o bom desempenho do agronegócio tem sido puxado pela produção de milho algodão e ovos para mercado interno, aliado ao crescimento das exportações de grãos e de venda de carne bovina, suína e frango.

Há ganho de produtividade nesses segmentos. Conforme Souza Jr, “está havendo melhora na produtividade agrícola. Tanto a Conab [Companhia Nacional de Abastecimento] quanto o IBGE não estão vendo ganho de área plantada e sim ganho de produtividade. O que mantém a tradição da agricultura brasileira ser um setor que continuamente tem melhorado a produtividade”.

Fonte: Agência Brasil / Site EBC

Terra Nova é matéria na Revista Em Folha, edição 25 Anos

Conhecido como o cinturão de café do Brasil, o estado de Minas Gerais vai muito além quando se trata de produção agrícola. Seus destaques se
estendem para as culturas de soja, milho, trigo, entre outros cultivos. Entendendo a importância do investimento na tecnologia e na produção
sustentável, a Terra Nova, empresa de representações e assistência técnica agrícola com sede em Três Corações, trabalha desde 2005, no estado, auxiliando produtores locais na busca por um solo mais equilibrado e uma produção que respeite o meio ambiente. “Desde que fundamos a empresa, a aceitação da tecnologia pelos agricultores tem crescido muito. A cada dia
eles querem estar mais atualizados, então vemos que estamos no caminho certo, com os negócios se mantendo de maneira sustentável e rentável”, conta o proprietário da Terra Nova, Danilo Mesquita Andrade. Atualmente, a companhia conta com cinco filiais em Minas Gerais, nas cidades de Minduri, Madre de Deus, Lavras, Lagoa Dourada e Bom Despacho. Além do investimento em tecnologias, a empresa busca estar mais próxima do produtor, disponibilizando informações que auxiliem no dia a dia do campo. Por meio de seu Website, na aba Dica Terra Nova, o produtor pode ter
acesso a orientações de manejo, que costumam ser atualizadas quinzenalmente ou de acordo com a fase de cada cultura.


Serviços: Desde 2010, a empresa passou a oferecer outros serviços para atender produtores locais. Inicialmente, a Terra Nova lançou mão de um projeto de plantio direto, procurando trabalhar com o solo coberto por palhada e sempre com rotação de culturas. Em seguida, focaram na difusão
da agricultura de precisão, para poder equilibrar a fertilidade do solo. Logo após, investiram em um laboratório de solos próprio para ganhar mais agilidade e qualidade nas recomendações técnicas em toda a região.
Em 2013, criaram sua própria corretora de seguros. E, hoje, se preparam para o próximo passo: em parceria com quatro startups, irão disponibilizar um software que irá conter informações em tempo real sobre condições
climáticas, estado fisiológico da cultura, época do tratos culturais, andamento dos trabalhos, entre outros.

Biotecnologia: Contando com uma vasta variedade de insumos agrícolas em seu portfólio, a Terra
Nova trabalha com a revenda de soluções biotecnológicas. Andrade destaca que o diferencial da empresa foi desde seus primórdios procurar manter uma linha mais sustentável e de preocupação com o solo. “Para aqueles produtores que já trabalham com isso há cinco anos, por exemplo, já possuem solos muito mais equilibrados”, relata Andrade. “Além disso, muitas empresas hoje estão correndo atrás dessa produção mais sustentável, mas a Alltech Crop Science já domina isso há muitos anos. São produtos que já estão preparados para atender a demanda do mercado”, complementa.

Capa Revista Em Folha

Previsão indica chuvas volumosas para o Centro-Oeste; continua chovendo em Minas Gerais

Publicado em 11/12/2019 10:08

As previsões indicam mais chuva para o Centro-Oeste nas próximas 24 horas. Segundo a Climatempo, as condições permanecem na região, em razão do ar quente e úmido associado a circulação dos ventos em médios níveis da atmosfera que ajudam a formar e a espalhar nuvens carregadas pelo Centro-Oeste. 

“Em Mato Grosso do Sul, e no centro-sul de Goiás, a quarta-feira será marcada por tempo instável, com muitas nuvens e chuva mais expressiva e volumosa. Há risco de temporal,  inclusive nas capitais Campo Grande e Goiânia, alertam os meteorologistas”, afirma a Climatempo. 

O modelo Cosmo do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) indica que são esperadas chuvas em todo o Mato Grosso do Sul, com volumes entre 30 e 40 milímetros de precipitação. No Mato Grosso também deve chover em todo o estado, sendo os maiores volumes esperados para a região norte, onde os volumes tendem a ficar em 40 milímetros de precipitação. 

No sul do Tocantins também são esperados volumes expressivos. Segundo o Inmet, em alguns pontos da região sul podem ser registrados acumulados de 60 milímetros. Também chove nas demais áreas do Tocantins, mas com volumes baixos. 

Segundo a Climatempo, a tendência é que a partir de quinta-feira (12) as áreas de instabilidade fiquem concentradas no centro-norte do Mato Grosso do Sul, sul do Mato Grosso e centro-sul do Goiás, há condições de chuvas fortes nestas regiões. 

Outras regiões

Sudeste
Também são previstas chuvas para a região Sudeste do Brasil nas próximas 24 horas. As condições de chuvas expressivas continuam especialmente em Minas Gerais, onde os volumes podem chegar a 40 milímetros no sul do estado. 

Desde semana passada chove de maneira expressiva em Minas Gerais, atingindo as áreas de produção de café. A previsão indica que na quinta-feira (12) os volumes ficam ainda mais expressivos para o sul do estado, onde são esperados volumes entre 90 e 125 milímetros de precipitação. 

Também continua chovendo de maneira expressiva em todo o estado de São Paulo. As condições continuam instáveis no estado devido à influência de um sistema de baixa pressão na atmosfera. Em todo o estado são esperados volumes entre 30 e 40 mm. Em alguns pontos da região norte as chuvas podem ser mais volumosas, entre 50 e 60 milímetros de precipitação. 

“O risco para temporais é alto em grande parte do interior do estado e, no Vale do Paraíba, a chuva ocorre de forma frequente”, afirma a Climatempo. 

Por: Virgínia Alves . Fonte: Notícias Agrícolas

Contra doenças da soja, informação e ciência

Publicado em 09/12/2019 11:11

A safra brasileira de soja no período 2019/20 deve chegar bem perto de 120,4 milhões de toneladas, segundo estimativa publicada pela Conab em outubro último. Esse volume significa aumento de 4,7% sobre o resultado da temporada passada e representa todos os avanços tecnológicos que mantêm o Brasil na linha de frente da produção agrícola mundial. Da seleção genética ao monitoramento de lavouras por satélite, há um universo de pesquisas científicas e trabalho de campo para garantir o melhor desempenho em cada hectare e proteger as plantas dos inúmeros desafios que as cercam. A exemplo das diversas doenças fúngicas que atacam a soja em seus diversos estágios de desenvolvimento, derrubam a produtividade e a qualidade dos grãos e prejudicam toda a cadeia, começando pelo agricultor.

Os mesmos cuidados que se teve com a escolha de cultivares mais resistentes a esses e outros problemas e o uso de sementes já protegidas contra os fungos devem ser expandidos para além do momento do plantio, abrangendo cada etapa de evolução das lavouras. Seguindo a lógica de que conhecer bem o inimigo é uma boa estratégia de combate, é melhor saber quais são as doenças mais relevantes, suas causas, seus sintomas e pontos fracos e, principalmente, como evitá-las.

Uma das maiores ameaças para as lavouras de soja continua a ser a ferrugem asiática, que é causada pelo fungo Phakopsorapachyrhizi e se espalha com muita facilidade pelo vento. A doença marca as folhas das plantas com pontos escuros que vão crescendo até provocar a desfolha. Em condições favoráveis à sua propagação, pode causar prejuízos de até 70% da produtividade em lavouras não tratadas com fungicidas.

A antracnose, causada pelo fungo Colletotrichumtruncatum, é outro problema sério, pois pode tanto matar plântulas como causar manchas negras nas nervuras de folhas, hastes e vagens. O mofo branco, que tem origem no fungo Sclerotiniasclerotiorum, também deixa manchas, mas nesse casosão mais aquosas e logo evoluem para um micélio branco e denso. É entre a floração e a formação das vagens que as plantas ficam mais suscetíveis à doença, o que coloca em risco a produtividade. Há ainda uma série de outras doenças, chamadas de manchas ou podridões, que impactam diretamente no desenvolvimento das plantas, ou seja, em muitos casos nem chegam à fase de produção propriamente dita.

Café: Mercado avança e opera com altas de até 300 pts em NY

Publicado em 05/12/2019 12:12

O mercado futuro do café registrava altas significativas no início desta quinta-feira (5) na Bolsa de Nova York (ICE Future US). Às 12h09 (horário de Brasília), os principais contratos registravam altas de até 300 pontos. 

Dezembro/19 tinha a maior variação, com alta de 300 pontos e sendo cotado a 123,60 cents/lbp. Março/20 subia 290 pontos, cotado a 124,10 cents/lbp, maio/20 subia 280 pontos, cotado a 126,30 cents/lbp e julho/20 registrava valorizava 265 pontos, cotado a 128,05 cents/lbp. 

Às 12h11 o dólar registrava aumento de 0,39% e era cotado a R$ 4,219 na venda. O dólar mais valorizado tende a encorajar as exportações. O Brasil é o maior produtor e exportador do mundo. 

O mercado do café vem vivendo dias de grandes variações na Bolsa de Nova York, seja para altas expressivas ou quedas significativas. O site internacional Barchart destacou que os preços voltaram a cair nesta terça após uma nova estimativa de queda. 

“A Coex Coffee International disse na quarta-feira que a safra brasileira de café estará mais próxima de 54 a 55 milhões de sacas, abaixo da previsão de 58 milhões de sacas do USDA”, destacou em sua análise diária. Nesta quarta-feira (4), o dólar encerrou a sessão com queda de 0,09% e cotado a R$ 4,202. O dólar desvalorizado tende a desencorajar as exportações. O Brasil é o maior produtor e exportador de café do mundo.

Na última sessão, no Brasil, o mercado interno mais uma vez acompanhou o exterior e registrou algumas variações. 

O tipo 6 duro teve queda de 1,13% em Guaxupé/MG, estabelecendo os preços por R$ 523,80. Araguarí/MG registrou baixa de 0,96%, por R$ 515,00. Em Espírito Santo do Pinhal/SP a alta foi de 4,00% e o preço estabelecido em R$ 520,00. As demais praças produtoras manteram a estabilidade da última sessão.

Por: Virgínia Alves Fonte: Notícias Agrícolas

Café: Cidades do cinturão brasileiro acumulam 4 meses sem chuvas volumosas

Café: Cidades do cinturão brasileiro acumulam 4 meses sem chuvas volumosas; veja a previsão estendida.

O cinturão produtivo de café do Brasil está sendo impactado pelas altas temperaturas e baixos volumes de chuva em pleno desenvolvimento da safra comercial 2020/21. Dados do Sismet, sistema de monitoramento agrometeorológico da Cooxupé (Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé), mostram que cidades produtoras estão há quatro meses sem chuvas volumosas.

“A situação das lavouras está ficando bastante complicada. As temperaturas estão altas e há falta de chuvas, o que faz com algumas lavouras já comecem a murchar. Se não tivermos precipitações até o final da próxima semana a situação fica muito catastrófica”, afirma o engenheiro agrônomo e pesquisador da Fundação Procafé, Alysson Fagundes.

De acordo com os dados disponibilizados pela plataforma de acompanhamento agrometeorológico da Cooxupé, no Sul de Minas Gerais, em Guaxupé (MG), a última chuva acima de 10 mm, considerada volumosa, ocorreu no dia 18 de maio, quase quatro meses atrás. Em Nova Resende (MG), a última chuva expressiva foi em 17 de maio, com 14 mm, há exatos quatro meses.

No Cerrado Mineiro, a situação de chuvas é parecida com a do Sul de Minas. Coromandel (MG) recebeu a última chuva volumosa em 17 de maio, com 39,2 mm. Em Caconde (SP), na divisa com Minas, a última chuva acima de 10 mm foi em 04 de agosto. As temperaturas máximas no período em ambas as cidades ficaram na casa dos 30°C.

Fonte: Notícias Agrícolas

Média diária de exportações brasileiras de milho em setembro é maior

As exportações de milho em grão atingiram a média de 332,5 mil toneladas por dia útil até o final da semana que acabou em 13 de setembro.

O Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços divulgou, por meio da Secretaria de Comércio Exterior, seu relatório semanal que aponta as exportações acumuladas de diversos produtos agrícolas até a segunda semana de setembro.

Segundo o levantamento, as exportações de milho em grão atingiram a média de 332,5 mil toneladas por dia útil até o final da semana que acabou em 13 de setembro. No mesmo período do ano anterior, a média diária foi 176,9 mil toneladas. No total do mês foram exportadas 3.324,7 (mil de toneladas).

Em termos financeiros, as exportações do grão em setembro de 2019 já somam 582,4 milhões de dólares.

Fonte: Notícias Agrícolas