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Plano Safra 2020/21 terá 6% mais recursos do que o atual

Serão disponibilizados R$ 236 bilhões para pequenos, médios e grandes produtores.

Plano Safra 2020/21, lançado pelo governo federal na última quarta-feira, dia 17, terá um valor recorde para financiar a safra que promete ser a maior da história: R$ 236 bilhões para pequenos, médios e grandes produtores. São R$ 13 bilhões a mais do que ano passado.

Desse montante, R$ 170 bilhões irão para os grandes produtores e cooperativas. E R$ 33 bilhões, para os médios. A maior parte dos recursos (R$ 179 bilhões) será destinada a custeio e comercialização. O restante, a investimentos em infraestrutura.

Os recursos estarão disponíveis a partir de 1º de julho. Todas as linhas de crédito tiveram redução nas taxas de juros. Para os grandes, caiu de 8% para 6% ao ano. E, para os médios, de 6% para 5%.

Com diversos fatores, a notícia traz boas expectativas para a próxima safra e tem pontos importantes a serem considerados, confira mais informações na matéria completa do Globo Rural: https://g1.globo.com/economia/agronegocios/globo-rural/noticia/2020/06/21/plano-safra-202021-tera-6percent-mais-recursos-do-que-o-atual.ghtml

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Posted by Terra Nova Insumos Agrícolas Ltda on Sunday, May 3, 2020

Emater-MG lança cartilha com orientações de prevenção ao coronavírus durante a colheita do café

A colheita do café está começando e Minas Gerais deverá ter uma das maiores safras da história. O estado é responsável pela metade da produção nacional e deverá colher mais de 30 milhões de sacas (60kg), segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Se a previsão se confirmar, será a terceira vez que os cafeicultores mineiros ultrapassarão esta marca. A colheita do café gera um grande movimento de trabalhadores rurais, em mais de 460 municípios do estado, até o mês de setembro.

Neste ano, além dos cuidados usuais durante a colheita para garantir a qualidade do café, os produtores deverão redobrar a atenção por causa da pandemia do novo coronavírus. A Emater-MG, vinculada à Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), preparou uma cartilha alertando sobre os cuidados que devem ser tomados como prevenção à Covid-19, para evitar a contaminação de cafeicultores e trabalhadores rurais durante as atividades nas propriedades.

A cartilha está disponível no site da Emater-MG e será distribuída eletronicamente pelos técnicos da empresa para os produtores. Ela também vai ser usada para auxiliar as prefeituras municipais na tomada de decisão sobre medidas de prevenção à Covid-19 no período da colheita do café. Para acessar a cartilha, clique aqui.

“Estamos orientando sobre vários cuidados básicos neste momento da colheita, principalmente em relação ao coronavírus. É importante salientar, que alguns municípios têm seus decretos específicos, que regulamentam as medidas de controle da doença, e que precisam ser observados pelo cafeicultor”, afirma o coordenador estadual de Cafeicultura da Emater-MG, Julian Carvalho.

A cartilha orienta o cafeicultor desde o momento da contratação da mão de obra e do transporte dos trabalhadores até as ações de prevenção no dia a dia da colheita. Seguindo as recomendações das autoridades de saúde, a Emater-MG lembra que pessoas com mais de 60 anos e aquelas portadoras de doenças como diabetes, doenças cardíacas e respiratórias devem permanecer em casa, pois fazem parte do grupo de risco.

Caso seja necessário providenciar veículo de transporte para trabalhadores até a propriedade, devem ser observados cuidados como uso de máscaras por passageiros e condutores, manutenção da distância de aproximadamente dois metros entre as pessoas e desinfecção do veículo antes e depois de cada viagem.

Nas fazendas onde há alojamento para os trabalhadores, a Emater-MG orienta, entre outras coisas, que o ambiente seja higienizado diariamente, que as camas sejam mantidas a uma distância de pelos menos dois metros entre elas, que no dormitório seja disponibilizado álcool em gel, além de água e sabão, para higienização das mãos.

A disponibilidade de água, sabão e álcool em gel também vale para os refeitórios. A orientação é estabelecer horários diferentes para que pequenos grupos de trabalhadores utilizem o local, posicionando as mesas com uma distância mínima de segurança. Copos, talheres, pratos e toalhas não devem ser compartilhados. E, quando possível, as refeições devem ser servidas individualmente em marmitas, também conhecidas como “quentinhas”.

A cartilha da Emater-MG orienta que os equipamentos utilizados durante a colheita por cada trabalhador (peneira, rastelo, sacarias) sejam de uso individual, sem compartilhamento. Outra recomendação é que cada pessoa fique responsável por colher em uma fileira específica da lavoura, evitando proximidade com outros trabalhadores. Durante o trabalho de colheita, produtores e trabalhadores rurais precisam usar máscaras.

Se possível, todas as pessoas envolvidas na colheita devem ser submetidas à verificação de estado febril, com uso de termômetro digital de testa. A aferição deve ocorrer, preferencialmente, antes do embarque nos ônibus ou no início diário das atividades. Aquelas pessoas com febre e outros sintomas como tosse, dificuldade de respirar e coriza, devem seguir as orientações médicas e ser afastadas do trabalho.

Foco na qualidade

Além dos cuidados de prevenção à Covid-19, a Emater-MG reforça a necessidade de não deixar de lado o foco nas boas práticas de colheita. “Esta fase é muito importante para obter um produto de qualidade”, observa Julian Carvalho.

Entre os pontos de atenção, o coordenador da Emater-MG lembra que é necessário iniciar a colheita, sempre que possível, no ponto ideal de maturação dos frutos. Equipamentos como lavadores e secadores devem ser limpos e revisados com antecedência.

Após colhido, o café precisa ser levado para o terreiro de secagem no mesmo dia e esparramado em camadas finas. Durante o período que fica no terreiro, é importante que o café seja movimentado constantemente para evitar fermentações indesejáveis. Além disso, é importante não misturar lotes de cafés com umidades e qualidades diferentes. E o cafeicultor precisa acompanhar o teor de umidade final do produto para o armazenamento.

Principais recomendações

Transporte
Limpar bem o interior do veículo.
Disponibilizar álcool em gel 70% para higienização das mãos dos trabalhadores.
As janelas dos veículos devem ser mantidas abertas e deve ser respeitada a distância mínima de dois metros entre os passageiros.

Alojamentos
As camas do alojamento devem ficar a uma distância mínima de dois metros entre elas.
Não compartilhar armários, toalhas e roupas de cama.
Além da água e sabão, disponibilizar álcool em gel 70% para a higienização das mãos.

Refeitórios
Disponibilizar álcool em gel 70%, sabão e água.
Propriedades que fornecem refeições devem servi-las no sistema de marmitas ou “quentinhas” individuais.
Evitar a aglomeração de pessoas no refeitório e definir horários de alimentação diferentes para grupos pequenos. A distância mínima entre as pessoas deve ser de dois metros.

Lavoura
Manter distância mínima de dois metros entre os trabalhadores durante a colheita.
Não compartilhar as ferramentas e equipamentos.
Realizar a higienização das mãos, máquinas e equipamentos antes e após o uso.
Utilizar máscaras de proteção durante dos trabalhos

Café anda de lado nesta sexta-feira, sem grandes movimentações e aguardando notícias.

O mercado futuro do café abriu a sessão desta sexta-feira (17) com poucas movimentações
na Bolsa de Nova York (ICE Future US), após encerrar a última sessão com baixas.

O mercado futuro do café abriu a sessão desta sexta-feira (17) com poucas movimentações
na Bolsa de Nova York (ICE Future US), após encerrar a última sessão com baixas.
O mercado não tem grandes movimentações e aguarda novas notícias da pandemia do Coronavírus.
Já o dólar iniciou o dia em queda, o que pode favorecer as altas do preços em NY ao longo do dia.

Por volta das 09h34 (horário de Brasília), maio/20 tinha queda de 60 pontos, valendo 118 cents/lbp,
julho/20 registrou queda de 50 pontos, negociado por 119,20 cents/lbp, setembro/20 tinha baixa de
35 pontos, valendo 120,35 cents/lbp e dezembro/20 tinha desvalorização de 10 pontos, valendo 121,80 cents/lbp.

Analistas ouvidos pelo Notícias Agrícolas afirmam que diante da pandemia do Coronavírus, o mercado
precisa ser avaliado dia após dia e que até mesmo fundamentos naturais do mercado como movimentações
técnicas, estão sofrendo com a forte instabilidade por conta das incertezas com a demanda, consumo,
colheita e embarque do café não só do Brasil, mas de todos os produtores de café do mundo.

O mercado físico brasileiro encerrou o último pregão com movimentações mistas nas principais praças
produtoras do país. O mercado entende que há pouco cafá no momento para negociação, mas os produtores
têm aproveitado os picos de altas para fechar negócios.

O tipo 6 duro teve queda de 1,64% em Guaxupé/MG, valendo R$ 600,00. Patrocínio/MG registrou queda de 0,82%,
negociado por R$ 605,00. Já em Poços de Caldas/MG foram registradas altas de 1,72%, valendo R$ 590,00.
A mesma alta foi registrada em Araguarí/MG, sendo cotado por R$ 590,00.

O tipo cereja descascado teve baixa de 1,53% em Guaxupé/MG, valendo R$ 645,00. Patrocínio/MG encerrou com
baixa de 0,76%, negociado por R$ 655,00. Poços de Caldas/MG teve valorização de 1,49%, valendo R$ 680,00.

O tipo 4/5 teve alta apenas em Poços de Caldas/MG, de 1,69% e valendo R$ 600,00. Varginha/MG manteve a
estabilidade por R$ 595,00, Franca/SP também não registrou variações, mantendo o valor de R$ 610,00.

Previsão do tempo: milho corre risco com geada e diminuição das chuvas

A diminuição das chuvas ao longo de maio, época importante para o desenvolvimento do milho segunda safra, e a possibilidade de mais geada deixam o produtor rural em alerta.

De acordo com a Somar Meteorologia, nos últimos dias, uma massa de ar polar trouxe incidência de geadas no Sul do país. Apesar de não atingido áreas produtoras do cereal, cidades mais altas do Paraná e Santa Catarina registraram a formação do fenômeno.

De acordo com Celso Oliveira, agrometeorologista da Somar, a sexta-feira, 17, ainda pode ter incidência de novas geadas, mas de maneira mais moderada. “Ainda há potencial na próxima madrugada, mas de maneira geral, as temperaturas são mais amenas”, diz.

No entanto ele faz um alerta para novas ondas de frio que trariam mais geadas no fim de maio. Neste caso, a empresa afirma que há risco de geadas não apenas no Paraná mas em Mato Grosso do Sul.

“Em maio, a temperatura declina acentuadamente e existe risco de geada mais forte dentro de aproximadamente 30 dias a 45 dias”, conta Oliveira.

Diminuição das chuvas

A Somar Meteorologia também informa que a tendência agora é de diminuição das chuvas, algo típico da estação. Como houve um atraso no plantio da soja e consequentemente do milho, o desenvolvimento do grão poderá ser prejudicado pela redução das precipitações. 

“Esse milho além de correr risco do frio, no caso do Paraná e Mato Grosso do Sul, também corre risco de falta de chuva no fim do período de desenvolvimento”, afirma Celso. 

No período de 22 a 26 de abril, a previsão já mostra redução da chuva entre a Bahia e Minas Gerais. “São áreas de tempo seco ou pouca chuva. Isso já indica o outono, onde a chuva perde força”.

Em Patrocínio (MG), há chuva frequente até 25 de abril, com acumulados elevados. Porém, no  fim do mês e decorrer de maio, a precipitação desaparece.

“Por um lado, essa diminuição da chuva ajuda no início da colheita de café em Patrocínio mesmo, da cana no Centro-Sul e da laranja em São Paulo. Mas fica o alerta porque o milho vai precisar de chuva significativa ainda no decorrer de maio e a gente não enxerga esse tipo de precipitação à medida que a gente avança com a previsão pelo outono”, finaliza

Soja: Semana vai se encerrando com preços fortes no Brasil e Chicago testando recuperação.

Os futuros da oleaginosa, por volta de 7h15 (horário de Brasília), registravam altas de 2,50 a 3,25
pontos nos principais vencimentos, levando o maio a US$ 8,39 e o agosto a US$ 8,51 por bushel.

O mercado da soja sobe nesta manhã de sexta-feira (17) na Bolsa de Chicago. Os futuros da oleaginosa,
por volta de 7h15 (horário de Brasília), registravam altas de 2,50 a 3,25 pontos nos principais vencimentos,
levando o maio a US$ 8,39 e o agosto a US$ 8,51 por bushel.

Após uma semana volátil e confusa, os traders buscam alguma recuperação e “continuam se ajustando às realidades
de oferta e demanda diante dos desafios do coronavírus”, explicam os analistas da consultoria internacional Allendale, Inc.

Tais altas, no entanto, se mostram frágeis e sem cenário para continuar diante de uma ausência preocupante de
demanda da China no mercado norte-americano. Ontem, as vendas semanais para exportação dos EUA marcaram a mínima do
ano comercial com apenas 245 mil toneladas e quase nenhuma venda nova para a nação asiática.

“A soja precisa urgentemente de novas compras de soja americana pela China para ter forças para reagir”, diz Steve Cachia,
consultor da Cerealpar e da AgroCulte.

De outro lado, a confusão ainda segue favorecendo o Brasil e os preços da soja em reais, os quais seguem em níveis historicamente altos.
A motivação maior vem do câmbio e assim deve permanecer, ainda como explica Cachia.

“No Brasil, a demissão do ministro da Saúde, apesar de esperada, deve alimentar mais polêmicas, em momento quando o país precisa
dar sinais aos investidores de que há um plano de recuperação. Com isso, o viés para o dólar e se mantém firme, salvo atuações mais
agressivas do Banco Cenbtral brasileiro”, acredita o consultor.

Soja: veja o que pode mexer com os preços nesta semana

O mercado internacional teme menor demanda por soja americana em meio à pandemia de coronavírus, segundo a consultoria Safras. Na última semana, o fato pressionou a Bolsa de Chicago, que registrou cinco dias consecutivos de queda, acumulando desvalorização de 3,31% no contrato maio.

Mas como será a próxima semana? O analista Luiz Fernando Roque elencou os principais fatos que vão merecer atenção de produtores e investidores. Confira:

  • O mercado financeiro começa a demonstrar maior otimismo com os rumos da pandemia na Europa e nos Estados Unidos. Sinais indicam que o “pico” de expansão da doença já chegou ou está muito próximo nas principais economias do mundo, e que o pior parece já ter passado;
  • Alguns países já começam a se preparar para a reabertura da economia, o que deve impedir que os problemas econômicos derivados das restrições e paralisações aumentem;
  • Frente a isso, as bolsas de valores começam a esboçar uma recuperação aparentemente mais sustentável, o que retira um pouco o peso financeiro negativo também sobre Chicago;
  • Apesar disso, o mercado deve continuar bastante volátil respondendo diariamente a notícias – positivas ou negativas – sobre a pandemia nas principais economias;
  • No lado dos fundamentos do mercado de soja, os players receberam de forma negativa notícias de paralisação de importantes fábricas de suínos nos EUA, além de dados fracos sobre as exportações semanais norte-americanas;
  • Além disso, a queda na demanda por etanol nos EUA leva o mercado a calcular uma possível transferência de áreas de milho para soja nesta nova safra (que já começou a ser semeada);
  • Tais fatos levaram Chicago a perder a linha de US$ 8,40 na primeira posição nesta última semana, o que liga um sinal de alerta para o mercado;
  • Os players voltam a questionar se a China irá de fato honrar o acordo comercial assinado com os EUA no início deste ano. Apesar do momento negativo, entendemos que a fraca demanda chinesa pela soja americana neste momento é algo natural e esperado;
  • A tendência continua sendo de que esta demanda aumente muito no segundo semestre, refletindo em uma forte queda no Brasil. Ainda acreditamos que os chineses honrarão o acordo;
  • Após perder a linha de US$ 8,40 na primeira posição, Chicago pode ter espaço para o teste do suporte de US$ 8,20. Apesar disso, as fortes perdas recentes abrem espaço para correções positivas, e é possível a retomada da linha perdida;
  • Esperamos lateralidade entre as linhas de US$ 8,20 e US$ 8,85 na primeira posição, mas sem tendência de uma grande recuperação sem novidades fundamentais.

Soja: para Abiove, além da produção recorde, país terá maior consumo da história

A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) acredita que a produção de soja do país possa chegar a 123,7 milhões de toneladas na temporada atual, 2019/2020. O número faz parte do levantamento atual da entidade, lançado nesta sexta-feira, 14.

O processamento de soja em grão deve atingir 44,5 milhões de toneladas em 2020, volume recorde para a indústria brasileira. A produção de óleo de soja foi atualizada para 8,9 milhões de toneladas em função do crescimento do consumo interno, principalmente pela crescente demanda por biodiesel.

“Diante da expectativa de amenização da guerra comercial entre Estados Unidos e China, o cenário para exportação prevê uma queda de 2% ao volume anteriormente previsto, representando uma projeção de 73,5 milhões de toneladas.”

Já a produção de farelo de soja deve chegar a 33,9 milhões de toneladas, de acordo com os rendimentos médios do setor. A projeção para o consumo interno de farelo em 2020 manteve-se inalterada e, devido à expectativa de crescimento do mercado de rações, representa um aumento de 2,4% em relação a 2019. As exportações do produto foram revisadas para 16,2 milhões de toneladas, 6% acima da última projeção.

Com relação a 2019, o processamento de soja foi expressivamente elevado para 43,4 milhões de toneladas, volume muito próximo ao recorde histórico atingido em 2018, devido ao bom ritmo da indústria no último trimestre do ano. As exportações de soja em grão, agora estimadas em 74,1 milhões de toneladas, fundamentam-se na apuração feita pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

Fonte: https://www.canalrural.com.br/
Foto: A/Zagga Comunicação

Confraternização Equipe Terra Nova 2020

No dia 21 de dezembro de 2019, foi realizado na Fazenda Terra Nova o encontro de toda equipe Terra Nova. Em um momento de descontração os colaboradores receberam premiações, compartilharam momentos de boa música e apreciaram um cardápio especial.
A Terra Nova encerra 2019 com muito sucesso e crescimento junto a toda sua equipe e mais, está preparada para os novos desafios de 2020.

Política de Qualidade

A Terra Nova possui o Certificado ISO 9001. Dentre as 8 unidades, Três Corações é a única certificada. A International Organization for Standards (ISO) 9001 é um padrão de sistemas de gerenciamento de qualidade que visa melhorar a eficiência dos negócios, garantindo que os clientes recebam produtos ou serviços de acordo com um padrão consistente. É genérico e por isso pode ser aplicado a qualquer organização, de qualquer tamanho ou tipo. Introduzida pela primeira vez em 1987, a ISO 9001, como todos os padrões ISO, está sujeita a revisões regulares para refletir as mudanças na tecnologia e no comércio global. As revisões levaram três anos para serem realizadas e contam com a contribuição de centenas de especialistas de todo o mundo. Assim, a norma atual ISO 9001: 2015 substitui a publicada em 2008.