A Safra 2021/2022 de soja se iniciou com otimismo.

Sua expectativa quanto à produção da safra 2021/22 é otimista tanto quanto da CONAB e USDA?

A CONAB e USDA estimam que a produção de soja terá oferta recorde, chegando a 142,78 e 144 milhões de toneladas, respectivamente.

Essa boa expectativa para a safra 2021/22 foi favorecida pelo clima no início da semeadura. Mesmo o fenômeno La Niña afetando algumas regiões como o Sul do país, com baixa umidade, o Norte e Nordeste com excesso de chuvas, os impactos não são generalizados.

No Sudeste e Centro-Oeste, as chuvas favoreceram a semeadura possibilitando a presença de umidade no solo para a emergência das plantas. A exceção foi para o norte de Minas Gerais, sul de Mato Grosso, centro de Goiás e Distrito Federal, com baixa precipitação e previsão de chuvas próximas à média histórica.

A expectativa de uma boa safra continua alta.

Fonte: CEPEA

Aumento da temperatura e chuvas regulares favorecem o ataque da Broca- do- Café

As condições climáticas, como chuvas regulares e aumento de temperatura, favorecem o aumento da pressão de broca, que gera grandes preocupações aos cafeicultores e pode causar prejuízos na produtividade e qualidade da bebida.

Por isso, para evitar grandes prejuízos na colheita, é fundamental:

REALIZAR O MONITORAMENTO A PARTIR DE 60 DIAS DA FLORADA PRINCIPAL

ATENTAR-SE ÀS CARACTERÍSTICAS DA PRAGA

CONHECER AS MEDIDAS DE MANEJO IDEAIS

O MANEJO ADEQUADO DA LAVOURA É O MELHOR
MÉTODO DE CONTROLE DA BROCA-DO-CAFÉ

A colheita bem feita, com a retirada de frutos da planta e do chão reduz a
possibilidade de sobrevivência dessa praga para a próxima safra. Ao evitar que o ciclo se complete, consequentemente, a população da praga na área será reduzida.

Fonte: Syngenta Brasil/ https://www.cnabrasil.org.br/

Ferrugem Foliar – Café

A produção de café exige muitos cuidados. Desde o plantio até a colheita,
a lavoura está sujeita a diferentes doenças, por isso o tratamento da ferrugem
via foliar nesta época mais chuvosa e quente de novembro e dezembro tem
se mostrado muito eficiente.
A Ferrugem causada pelo fungo Hemileia vastatrix Berk, é a principal doença
do cafeeiro em todo o mundo. Esta doença causa a queda precoce das folhas
e a consequente a seca dos ramos produtivos, antes da época de florescimento
do cafeeiro, refletindo negativamente sobre o desenvolvimento dos botões
florais, desenvolvimento dos frutos e redução da produtividade do ano agrícola
seguinte.
Os prejuízos nas regiões cafeeiras onde as condições climáticas são favoráveis
à doença atingem, em média 35% da produtividade. Mas, quando coincidem
períodos de estiagem prolongada com alta incidência do fungo, os prejuízos
podem ultrapassar 50%.
O uso de cultivares resistentes é o melhor método de controle. Recomenda-se
efetuar alternância entre fungicidas de contato e sistêmicos. O emprego de
fungicidas sistêmicos pode ser via foliar ou via solo. Além disso, a calda viçosa,
uma mistura de nutrientes que apresenta efeito fungicida, também é utilizada
no controle.

Nutrien #NSoluções #Agro

Café – Aplicação Solo

Na cultura do café, os fertilizantes são parte fundamental do conjunto de fatores que influenciam na produtividade das lavouras. Mas, para ter sucesso no plantio de café, é preciso levar em conta dois fatores com relação à aplicação: a aplicação dos produtos via solo e foliar e o ajuste correto das doses.

Esses aspectos fazem toda a diferença porque é graças a eles que as culturas têm maior chance de obter a produção máxima dentro das condições que o fator clima possa oferecer.

Em relação ao solo, para se obter produções máximas, é preciso estabelecer desde o início do cultivo o desenvolvimento pleno do sistema radicular da planta em um ambiente equilibrado.

E são os fertilizantes que ajudam na melhora da qualidade química, física e biológica do mesmo. As condições ideais para produção de café são solos bem drenados e aerados, ricos em nutrientes e matéria orgânica. É recomendável evitar solos argilosos muito pesados ou arenosos muito facilmente lixiviáveis.

Por isso, a calagem é uma prática que traz inúmeros benefícios ao desenvolvimento radicular e da parte aérea das plantas, por isso deve ser realizado nas lavouras, visto que a adubação em um solo ácido irá afetar a disponibilidade de nutrientes, além dos prejuízos causados pelo alumínio em solo ácido e suas consequências na produção do café.

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Ferrugem na Soja

A Ferrugem da Soja é ocasionada por um fungo, Phakopsora pachyrhizi e
é considerada a doença mais severa da cultura, podendo causar perdas de
até 90% de produtividade, se não controlada.
A resistência genética prioriza variedades com resistência, o que é fundamental
quando se planta uma cultura em um ambiente favorável ao desenvolvimento
de patógenos. No entanto, a alta variabilidade do patógeno da ferrugem da soja
e a presença de raças na área, faz com que esta estratégia seja pouco eficiente.
As estratégias de manejo da doença são: a ausência da semeadura de soja e a
eliminação de plantas voluntárias na entressafra por meio do vazio sanitário
para redução do inóculo do fungo, que é o período de 60 dias sem a cultura
e plantas voluntárias no campo.
Uma outra ação importante é a calendarização da semeadura da soja, ou seja,
a determinação da data limite para semear a soja na safra. Esta medida tem
como objetivo reduzir o número de aplicações de fungicidas ao longo da safra
e reduzir a pressão de seleção de resistência do fungo aos fungicidas.

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Manejo Mofo Branco na Soja

Uma das mais importantes doenças que afetam a cultura da soja é o
mofo-branco, causado pelo fungo Sclerotinia sclerotiorum. Este fungo
pode ser introduzido de três modos em áreas livres de mofo branco:
Sementes contaminadas; Escleródios junto ao lote de sementes;
Escleródios junto de máquinas e implementos.
Os escleródios, além de serem estruturas de resistência e sobrevivência
por serem duras, são de propagação e disseminação do fungo, apresentando
coloração escura após formado.
Segundo os testes conduzidos pela Embrapa a cada 1% de aumento da
incidência de mofo branco, a produtividade de soja é reduzida em média
17,2 kg ha-1, e aumenta em 100 g ha-1 a produção de escleródios. Assim, o mofo
branco na cultura da soja pode levar a perdas de 70% da produtividade.
Por isso, fique atento na sua lavoura, evite a entrada deste patógeno ou se já
houver, realize sempre medidas de controle para diminuir as estruturas de
sobrevivência do fungo.

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Manejo de Percevejos

Os sugadores estão presentes na cultura da soja desde o período vegetativo
e se estendem até o final do reprodutivo. Dentre as principais espécies de
percevejos que causam danos na cultura da soja, destacam-se as espécies de
Nezara viridula (percevejo- verde).

Danos diretos podem ser vistos como abortamento dos grãos, redução do
potencial germinativo, de vigor, de massa, tamanho e teor de óleo dos grãos.

A germinação e o vigor estão relacionados com a morte dos embriões e enfraquecimento das sementes. O controle químico é a principal ferramenta para controlar percevejos em soja.

O manejo deve seguir uma linha que inclua as técnicas do Manejo Integrado
de Pragas – MIP, como o controle biológico, cultivares tolerantes, racionalidade no uso de princípios ativos, aplicação de produtos que possuam seletividade aos inimigos naturais e considerar o nível de ação para iniciar o controle.

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Manejo Mofo Branco na Soja

O mofo branco, doença causada pelo fungo Sclerotinia sclerotiorum, apresenta alto potencial de prejuízo à cultura da soja. Possui muitos hospedeiros, restringindo as opções e as possibilidades para a rotação de culturas nas áreas com o histórico da doença.

O manejo do mofo branco deve ser realizado através da adoção de várias
medidas de controle que visam reduzir a taxa de progresso do inóculo (escleródios no solo), minimizando os riscos de uma epidemia, mantendo assim um nível abaixo do dano econômico.

Além do controle químico, a aquisição de sementes legais e certificadas
é uma ótima estratégia, pois essas passam por um rigoroso controle de
qualidade não sendo fonte de sementes infestantes, escleródios e agentes
contaminantes.

Também é importante pensar na rotação de culturas, possibilitando manejos diferenciados que permitam o controle de pragas, doenças e plantas daninhas, além do proporcionado nos cultivos de verão..

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Soja – Manejo da Ferrugem

As estratégias de manejo da doença são: a ausência da semeadura de soja e a eliminação de plantas voluntárias na entressafra por meio do vazio sanitário para redução do inóculo do fungo, a utilização de cultivares de ciclo precoce e semeaduras no início da época recomendada como estratégia de escape da doença e a utilização de fungicidas.
Podem aparecer em qualquer estádio de desenvolvimento em cotilédones, folhas e hastes.

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Soja – Manejo de doenças no final de ciclo

Alcançar uma boa produtividade na cultura da soja é desafiador. Além das questões climáticas e pragas ao longo do cultivo, doenças de final de ciclo da soja podem colocar em risco quase toda a produção.

Entretanto, utilizar cultivares resistentes para o manejo é uma das soluções. É muito importante utilizar sementes certificadas, principalmente porque muitos patógenos são transmitidos pelas sementes contaminadas.

Realize rotação de culturas com espécies que não sejam hospedeiras
dos patógenos das doenças indicadas para esta medida de manejo.

O Planejamento é essencial em qualquer atividade na lavoura, inclusive para o manejo de doenças. Com um planejamento agrícola bem feito, você organiza situações como compra de fungicida, aplicação de defensivos, tratamento de sementes, insumos e outros.

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