Nutrien dá boas-vindas aos colaboradores da Terra Nova

Realizamos nesta semana o “Dia 1” com o time da Terra Nova, o primeiro dia de uma série de atividades que marcará a integração da empresa à Nutrien. A ação foi realizada na sede da empresa em Três Corações (MG), de onde o presidente da Nutrien para a América Latina, André Dias,  o diretor de Varejo no Brasil, Carlos Brito e o time de Liderança da Nutrien deram as boas-vindas aos mais de 100  colaboradores da Terra Nova.

O evento de integração, realizado após aprovação do CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), marcou a aquisição da Terra Nova, que agora fará parte da Nutrien Soluções Agrícolas, na construção da maior e melhor plataforma de soluções agrícolas no Brasil. Este encontro foi realizado seguindo todas as regras de segurança e prevenção ao Covid-19.

Nutrien fecha acordo de compra da Terra Nova: aquisição aprovada pelo CADE

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) aprovou uma das mais recentes aquisições da Nutrien: a empresa Terra Nova, rede de distribuição de insumos agrícolas com sede em Três Corações, no interior de Minas Gerais. A negociação foi aprovada pelo CADE no dia 31 de agosto e o órgão entende que a transação não irá afetar, de maneira adversa, a concorrência no setor.

Para a Nutrien, essa aquisição oferece importantes oportunidades para seu crescimento no mercado agrícola brasileiro, assim como favorece o fornecimento de novas ofertas e soluções para ajudar os produtores agrícolas a se tornarem mais rentáveis e a expandir seus negócios.

Sobre a Nutrien

A Nutrien é a maior fornecedora mundial de insumos e serviços agrícolas, desempenhando um papel fundamental em ajudar os produtores a aumentarem a produção de alimentos de maneira sustentável. Produzimos e distribuímos cerca de 27 milhões de toneladas de produtos de potássio, nitrogênio e fosfato em todo o mundo. Com essa capacidade e uma rede líder de varejo agrícola, estamos bem posicionados para atender às necessidades dos nossos clientes. Atuamos com uma visão a longo prazo e temos o compromisso de trabalhar com os nossos stakeholders à medida que atendemos as nossas prioridades econômicas, ambientais e sociais. A escala e a diversidade de nosso portfólio integrado fornecem uma base de lucros estável, caminhos para o crescimento sustentável e a oportunidade de retorno de capital aos acionistas.

Nutrien Brasil

No Brasil, a Nutrien Soluções Agrícolas é uma das maiores distribuidoras de insumos agrícolas, desenvolvendo um varejo ágil, mais sustentável e conectado às tendências e às necessidades dos agricultores. Está presente nos Estados de São Paulo, Minas Gerais e Goiás, com mais de 24 lojas, 4 misturadores de fertilizantes e continua em plena expansão dos seus negócios para outras regiões. O compromisso da Nutrien com inovação, segurança e tecnologia permite à empresa oferecer os melhores produtos, serviços e soluções que contribuem com os agricultores, ampliando seus rendimentos e incrementando os resultados no campo.

Mais informações em https://nutrien.com.br/

Café reduz o risco de morte por doenças cardíacas, diz estudo

Muitos dizem que um dia só começa após um cafezinho para levantar o ânimo, mas poucos sabem que esse hábito pode trazer mais benefícios do que apenas disposição e energia, fazendo bem para o coração.

Segundo o novo estudo divulgado pela Sociedade Europeia de Cardiologia, a ingestão regular de até três xícaras da bebida ao dia pode ajudar a diminuir o risco de mortes por doenças cardíacas. Em números, essa redução pode ser de até 21% para o risco de derrames e de 17% para o risco de morrer por alguma complicação cardiovascular.  

Coordenado pela Universidade Semmelweis, em Budapeste, o trabalho é um dos mais amplos já realizados até hoje. Os pesquisadores analisaram os hábitos de consumo de 468 mil participantes do banco de dados Biobank, do Reino Unido, que investiga dados de saúde, principalmente sobre a influência do ambiente no desenvolvimento de doenças.

Eles tinham como objetivo investigar a associação entre problemas cardiovasculares e a ingestão da bebida. A média de idade dos participantes foi de 56 anos, sendo 55,8% deles mulheres. Ninguém apresentava sinais de doenças cardíacas no momento do recrutamento.  

“Nossas descobertas sugerem que o consumo de até três xícaras de café por dia está associado a bons resultados cardiovasculares. Embora mais trabalhos sejam necessários para explicar os mecanismos mais aprofundada, os benefícios observados já indicam  alterações positivas na estrutura e função cardíaca”, diz a autora do estudo, Judit Simon. 

Uma das teorias principais para o resultado é que o café contenha compostos com ação no processo de inflamação e de oxidação do organismo.  O benefício não foi visto nem no consumo das versões com leite ou descafeinadas. 

Um levantamento recente das universidades de Edimburgo e Southampton, no Reino Unido, revelou, ainda, que a ingestão da bebida pode estar associada, inclusive, à redução do risco de desenvolvimento de doenças hepáticas em até 21%.   

“O café é amplamente acessível e os benefícios que vimos em nosso estudo podem significar que ele pode oferecer um tratamento com potencial preventivo para doenças hepáticas crônicas”, afirma o autor principal do estudo, Oliver Kennedy, da Universidade de Southampton.  

Beba com moderação  

Apesar dos benefícios recentemente comprovados em pesquisas, o consumo exacerbado da cafeína ainda é contraindicado, uma vez que pode causar arritmias, irritabilidade, nervosismo e insônia. Além disso, quando consumido sem moderação, o café pode estar associado a problemas de pressão alta em pessoas com predisposição a quadros de hipertensão, conforme pesquisa da Universidade de São Paulo (USP), publicada em 2019.

O café já foi considerado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como cancerígeno, mas foi retirado dessa lista em 2016. No entanto, a entidade manteve o alerta sobre os perigos do consumo de bebidas em altas temperaturas – assim como o mate –, que podem, sim, causar câncer no esôfago. A OMS considera como elevadas as temperaturas acima de 65ºC.  

Outro grupo que deve ficar em alerta é o das grávidas. Estudos indicam que a ingestão de cafeína durante a gravidez pode deflagrar problemas sérios, como aborto espontâneo, morte do feto e peso abaixo do ideal para a idade gestacional.

Fonte: https://saude.ig.com.br/

Trigo/Cepea: Com proximidade da colheita, valores se enfraquecem

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Mesmo diante da baixa disponibilidade de trigo em grão e da aquecida demanda por farelo, os preços internos do cereal estão em queda neste encerramento de agosto. De acordo com colaboradores do Cepea, a pressão vem da proximidade do início da colheita no País – as atividades devem começar em setembro. Assim, agentes de moinhos aguardam a entrada do trigo da nova safra no spot nacional para voltar a realizar negócios envolvendo maiores volumes. Além disso, mesmo com as geadas e o déficit hídrico nas lavouras, a produção desta safra pode ser recorde, o que gera expectativas de menores preços. Outro fator que também influencia o enfraquecimento das cotações internas é a desvalorização do dólar frente ao Real, tendo em vista que esse cenário torna o cereal importado mais atrativo. 

Fonte: https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/trigo

Plantio de milho 21/22 do centro-sul do Brasil atinge 4,1% da área, diz AgRural

O plantio de milho verão no centro-sul do Brasil na nova safra (2021/22) havia atingido 4,1% da área até a última quinta-feira, em ritmo inferior ao índice registrado no mesmo período do ano passado (5,7%), apontou nesta segunda-feira a consultoria AgRural.

“Os trabalhos são puxados pelo Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Algumas poucas áreas também já começaram a ser semeadas no Paraná, mas são casos muito pontuais”, comentou a AgRural em nota.

Apesar de o plantio já estar em curso, “os produtores avançam com cautela, já que novas frentes frias podem resultar em geadas e consequentes problemas de germinação, a exemplo do que aconteceu no ano passado na fronteira oeste gaúcha”.

Já a colheita da segunda safra 2020/21 atingiu 79% da área, após avanço de nove pontos percentuais em uma semana, de acordo com levantamento da AgRural. Um ano antes, a colheita estava feita em 82% da área.

“Os trabalhos de colheita estão encerrados em Mato Grosso e tiveram bom avanço nos outros Estados, favorecidos pelo aumento das temperaturas”, disse.

No Paraná, porém, o atraso continua grande e há preocupação com a possibilidade de chuvas nos próximos dias, “que podem resultar em problemas de qualidade ainda maiores”, após geadas atingirem o cereal paranaense.

Fonte: https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/milho

Soja sobe em Chicago nesta 3ª motivada pela demanda

Nesta terça-feira (10), as cotações da soja voltam a subir na Bolsa de Chicago e mantêm seu foco sobre o clima nos EUA e o caminhar da safra 2021/22 dos EUA. Por volta de 7h40 (horário de Brasília), os futuros da oleaginosa subiam entre 8 e 9,50 pontos, levando o novembro a US$ 13,38 e o março/22 a US$ 13,40 por bushel. A exceção era o agosto, que sai da tela nos próximos dias, valendo US$ 14,56 com alta de 22,50 pontos. 

O mercado recupera parte das baixas registradas na sessão anterior diante do novo boletim semanal de acompanhamento de safras do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) que não mexeu no índice de lavouras em boas ou excelentes condições. 

São ainda 60% das lavouras de soja em boas ou excelentes condições, mesmo índice da semana anterior e alinhado com a expectativa do mercado para esta semana. Há um ano, 74% dos campos estavam em boa forma. 

O boletim informa ainda que 91% das lavouras estão em fase de floração, contra 86% da semana anterior, 91% de 2020 e 89% de média dos últimos cinco anos. Há também 72% das lavouras em fase de formação de vagens, enquanto eram 58% na semana passada, 73% de 2020 e 68% de média.

Fonte: https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/soja/

Soja recupera parte das últimas baixas, tem leves ganhos nesta 4ª, mas de olho nas chuvas dos EUA

Os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago trabalham com leves altas na manhã desta quarta-feira (4), com ganhos de 3,75  a 5,75 pontos nos principais vencimentos. O agosto vinha sendo negociado a US$ 13,96 e o novembro a US$ 13,24 por bushel. As cotações subiam e recuperam parte das últimas quedas registradas na sessão anterior. 

O foco central do mercado continua sendo o clima nos Estados Unidos, mas os traders também dividem suas atenções com o comportamento da demanda e da variante delta do coronavírus, que tem se mostrado bastante agressiva na China, provocando uma queda intensa das commodities nesta terça (3). 

Os mapas atualizados pelo NOAA, o serviço oficial de clima dos EUA, mostram que no curto prazo as chuvas esperadas são melhores para os estados mais a oeste do país, em locais que vinham sofrendo com o tempo seco. 

Estados como as Dakotas, Nebraska e Minnesota deverão receber bons volumes entre 4 e 11 de agosto. Além da soja em grão, sobem também os futuros do óleo e do farelo, que também recuaram forte ontem, e as demais commodities agrícolas. Entre os grãos, a exceção se dava para o milho, que tinha leve queda. 

Fonte: https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/soja/

Soja: Trigo sobe forte e puxa cotações da oleaginosa na CBOT

Operando em queda desde o início do dia, o mercado da soja passou a atuar do lado positivo da tabela no início da tarde desta segunda-feira (2) na Bolsa de Chicago. Assim, por volta de 12h40 (horário de Brasília), as cotações subiam levemente, entre 3 e 5,25 pontos, com o agosto de volta aos US$ 14,19 e o novembro – referência para a safra americana – valendo US$ 13,54 por bushel. 

Segundo explicam os analistas de mercado da Agrinvest Commodities, as altas fortes do trigo – de quase 20 pontos entre as posições mais negociadas – davam carona não só para a soja, mas também para o milho na CBOT. 

“A consultoria russa Sovecon disse hoje em seu relatório que cortou sua previsão para a safra de trigo do país para a atual safra em 5,9 milhões de toneladas para 76,4 milhões. Além da questão climática, o corte vem por conta do novo número de área de inverno atualmente de 15,6 milhões de hectares,m contra 16,8 milhões de hectares anteriormente estimados pela consultoria”, afirma a consultoria.

CLIMA NOS EUA

“O clima durante o final de semana foi um pouquinho mais úmido do que as estimativas de sexta-feira e trouxe chuvas para vários estados como a Dakota do Sul, Iowa, Nebraska, Sudoeste de Minnesota, Centro e Sul de Illinois e Sul de Indiana”, relata o diretor do Grupo Labhoro, Ginaldo Sousa.

No entanto, ele lembra que agosto, que é o mês mais importante para a cultura da soja nos EUA, começa sem previsões muito favoráveis para as regiões produtoras do país, o que deve manter a volatilidade ainda bastante presente na CBOT. 

Também por essas condições é que Sousa lembra que no novo boletim semanal de acompanhamento de safras que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz nesta segunda-feira, às 17h (Brasília) pode apontar uma nova correção para baixo no índice de lavouras de soja em boas excelentes condições que teria espaço para alcançar os 2%. 

DEMANDA

Além do clima, o diretor da Labhoro ainda chama a atenção para a questão da demanda e para onde as atenções deverão se voltar neste mês. 

“Comenta-se que a China, depois de um longo período ausente nas compras de soja americana, deve retornar neste mês de agosto para suprir suas necessidades de setembro a dezembro”, diz.

Por: Carla Mendes
Fonte: https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/soja/

Ferrugem asiática pode causar perda na soja no Brasil

Ferrugem asiática pode causar perda de até 120 milhões de toneladas de soja no Brasil

O prejuízo chegaria perto de R$ 113 bilhões apenas para os agricultores e impactaria também no preço de uma série de outros produtos, como derivados de soja e carnes, uma vez que faltaria farelo para alimentar aves, suínos e bovinos. “Esse perigo está associado à falta de controle da ferrugem asiática, doença causada por um fungo, que há décadas gera prejuízos para os produtores rurais”, explica Luciano Zanotto, gerente de soluções e inovação de portfólio da UPL Brasil.

O fungo Phakopsora pachirhizi, que causa a ferrugem, foi registrado pela primeira vez em 1902, no Oriente. A partir dos anos 2000, começou a se disseminar de forma mais severa pelo território americano, atingindo o Brasil. Em nosso país, as perdas causadas podem chegar até a 90% da lavoura sem os cuidados adequados. Considerando que a expectativa é a produção de soja este ano superar 132 milhões de toneladas, as perdas seriam catastróficas.

Em razão do impacto econômico, a ferrugem asiática tem despertado constante atenção do mercado. Afinal, além das perdas produtivas, a doença provoca elevação substancial no custo do manejo. Por ano, mais de 914 milhões de hectares de soja são tratados com defensivos. E a ferrugem é o principal alvo. O dado é do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg).

“Inicialmente, a doença causa ‘pontuações’ de cor escura. Após penetrar no tecido vegetal da planta, o fungo Phakopsora pachyrhizi forma suas estruturas reprodutivas na parte interior da folha. Essas estruturas, em tons de marrom, expelem esporos que, por sua vez, serão disseminados na planta, causando o agravamento do quadro e comprometendo o seu desenvolvimento”, detalha Zanotto.

Depois desse imenso desafio, ressalta o especialista da UPL, as folhas de soja infectadas rapidamente ficam amareladas (ou com tons semelhantes ao da ferrugem: daí o nome da doença). Com a queda prematura dessas folhas, os grãos ficam menores e não se tornam maduros. Em alguns casos, pode haver aborto e queda das vagens em período de formação – essa situação, mais grave, pode causar a perda total da produção.

“A ferrugem asiática exige tratamento especial. Além do vazio sanitário – por períodos de 60 a 90 dias – para evitar sua transmissão, o uso de fungicidas realmente eficazes é recomendado para o manejo inteligente do problema”, destaca o gerente de soluções e inovação de portfólio da UPL, empresa de origem indiana que é uma das quatro maiores do setor de soluções agrícolas no Brasil.

A companhia investe no desenvolvimento de um novo fungicida, com tecnologia inovadora, resultante da combinação de três princípios ativos, para compor o portfólio de soluções da UPL contra o complexo de doenças em soja. Esta inovação chegará ao mercado rapidamente, para ajudar os agricultores a protegerem os seus cultivos na próxima safra. Além da ferrugem, essa nova tecnologia atuará contra mancha-alvo, antracnose, cercospora e oídio.

“Essa nova solução da UPL é realmente inovadora e contribuirá para a proteção e a exploração do máximo rendimento da soja, proporcionando praticidade e flexibilidade de aplicação, com o uso indicado para diferentes momentos do ciclo de cultivo. Outro benefício é o seu efeito verde exclusivo: a tecnologia resulta em plantas mais verdes e mais saudáveis, aumentando a qualidade da soja”, finaliza Zanotto.


Publicado em: 18/05/2021 às 11:50hs
Fonte: https://www.portaldoagronegocio.com.br/

Milho sobe no físico nesta 3ªfeira

Milho sobe no físico nesta 3ªfeira e tem leves recuos na B3

A terça-feira (09) chega ao final com os preços do milho subindo no mercado físico brasileiro. Em levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas, não foram percebidas desvalorizações em nenhuma das praças.

Já as valorizações apareceram em Cândido Mota/SP (0,63% e preço de R$ 79,50), Palma Sola/SC (1,27% e preço de R$ 80,00), Pato Branco/PR (1,28% e preço de R$ 79,20), Cascavel/PR (1,30% e preço de R$ 78,00), Ubiratã/PR, Londrina/PR e Marechal Cândido Rondon/PR (1,31% e preço de R$ 77,50) e Eldorado/MS (1,37% e preço de R$ 74,00). 

Até a última sexta-feira (05), 73,03% das áreas esperadas para esta segunda safra de milho haviam sido plantadas no Mato Grosso. Na comparação com o ciclo 2019/20, a semeadura está 24,95 pontos porcentuais atrasada.

“Desse modo, foi visto que as chuvas continuaram firmes em boa parte do estado e, segundo informantes, os produtores estão divididos entre não semear as áreas totais planejadas, visto que a janela se encontra aproximadamente 30% em atraso ou a possibilidade de “arriscar” o plantio em razão dos altos patamares de preços praticados pelo cereal”, diz o Imea.

Já no Paraná, 53% das lavouras da safra verão já foram colhidas, enquanto 43% da segunda safra foi semeada até o momento.

Publicado em 09/03/2021 17:05 e atualizado em 09/03/2021 17:39

Fonte: www.noticiasagricolas.com.b